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LabOffline - V.14.0 - Ano VIII |
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VIDA TOSCA, BLOG TOSCO |
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NO AR DESDE 01/01/2002 |
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IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII |
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PERFIL (Mesmo texto há anos):
Descrição por
Lucas Gandin: LIGAÇÕES (traduzir mal é uma arte): Com o autor:
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Quinta-feira, Setembro 30, 2004
Finalmente 8.0 Agradecimentos à Fabiane que consertou o chabu do template... Links mais novos (Priscila, Caballero e Marota) serão colocados no ar em breve... No fim de semana, retornarei com a série "O Alfabeto Escrito" :
.... ................................... Sábado, Setembro 25, 2004
O Alfabeto Escrito (6 de 26) Franca Fome - Francisco - fala Fernanda - Fome. Francisco fita framboesas, flocos, feijões. Furta famelicamente. Filha Fernanda foi fatiando, flambando, flambando. Feliz, fazia fervorosas firulas, fintas. Filosofando, Francisco fluiu: fome foi fístula fiscal. Fiscais fissuraram fisco. Faltou festa. Faltou fiscalização. Faltou franciscanismo. Fugir: fuzuê, fuzilaria. Falcões fuzileiros ferram famintos. Fulgir? Fugir. Fúria, fuligem, folia. Fresta: festa. Fuinhas fuzileiras ferrando fracos famintos. Fugir! Frota fronteira? Fartos. Fumaça? Festa. Frincha fumê fumega: Francisco, Fernanda ficaram famintos. Frango? Farofa? Filosofia! :
.... ................................... Sábado, Setembro 18, 2004
O Alfabeto Escrito (5 de 26) Estanho Estranho: Estevão escolheu Estela. Enamoraram-se em Esteio. Estiveram enviando e-mails em Edimburgo. Enlaçaram-se em Évora. Estando enlaçados, Estevão e Estela evitaram espetáculos em Estrasburgo: esquisito explicar. Emergiram em esmeraldas. Estavam endinheirados. Envoltos em espetaculares estranhezas, encontraram espólios estonteantes. Estocando espécimes em estrados, estavam efabulando. Estela encomenda estátua. - É esmeralda - explica Estela. - Engana-me - Esmeralda! - Esgazeada enganação! Estevão envenena Estela: estricnina. Estrangula-a em espaguete. Era estanho. Estranho. :
.... ................................... Sábado, Setembro 11, 2004
O Alfabeto Escrito (4 de 26) Desespero Desoxirribonucleico Dia dez, Daniel descreve Denise: deusa. Denise deita, descobre-se, descobre Daniel, dançam dádivas do destino. Disco: Depeche. Desenhando dois deltas de deleite defronte da depuração do derradeiro deque da derme. Dois desabrocham. Dois desacordam. Disco: Darkness. Denise diz desejar desejos (desnecessário dizer) diferentes. Dr. Duílio diz: "Daniel, diria dad". Denise dá Danilo. Danilo diferente de Daniel. Danilo diferente de Denise. Daniel diz: "diaba!" Denise, desesperada, defende-se "delira, Danilo descende de Daniel". Daniel decide descobrir. Delega Dr. Dagoberto, de Divinópolis. DNA. DNA demora, demora, demora, demora. Dr. Dagoberto descreve DNA de Danilo. Daniel desaba: desaparece da disputa: desconfiou. Danilo de Denise. Danilo de D... (Desculpa, decidimos deixar desconhecido, desconexo, deturpado. Divirtam-se). :
.... ................................... Terça-feira, Setembro 07, 2004
O Alfabeto Escrito (3 de 26) Clonando Carlos Carlos cruzou Curitiba. Cabelos caindo. Carro: Corcel creme. Cabelos caindo. Certamente calvo. Cabeça cingida com careca. Clemer clona cabritos. Cruzou cabelo. Conheceu Carlos. Chiando, clonou Carlos chulamente. - Certeza, caralho? - chiou Clemer. - Certamente! - concluiu Carlos. Criado Carlos Cópia. Clarividência certeira? Com certeza! Criado com chocadeira? Certo! Cercado com cordas, criado criogênico. Clemer conheceu Cottbus com criação. Cruzou Colômbia, Ceilão, Croácia, China (com chusma). Carlos, copiado, continuou com cabelos caindo, conduzindo Corcel. Cópia crescerá careca. :
.... ................................... Sábado, Setembro 04, 2004
O Alfabeto Escrito (2 de 26) Bela Balada, Bando Bandido! Brilha Bando Bandido: Baltazar, Bruno Bradock, Belarmino, Beatriz, Bháskara. Bando bandeando brisas brasileiras: Bahia. - Bela bosta! - bradou Bruno Bradock. Boliche? Bala! Bilhar? Bala! Birita? Bala! Briga? Bala! Bruxaria? Bala! Britar brumas, buscar brios. Baladas. - Besteira! - bradou Bruno Bradock. Bordejando Bolívia, Bando Bandido biscateando bondes, batendo bastões: bazófia. Bruno beija Beatriz. Baltazar: "batota". Belarmino: "bisca!" Bháskara: "bala!" Bolou balbúrdia, bate-bate, bate-boca. Bandearam Bruno, Beatriz: Butão. Beleza! Bando Bandido bastou. Baltazar buscou bênção: bispo! Bháskara buscou Bangladesh: barca! Belarmino buscou barranco: bye! :
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SEM FRASES ENGRAÇADINHAS AQUI EM BAIXO DESTA VEZ